scenevorix.net

Como a consultoria nasceu

A scenevorix.net é uma consultoria privada com escritório na Póvoa de Varzim. Foi fundada em 2014 por Helena Carvalho. Trabalhamos com reformados e adultos com mais de 60 anos, e com familiares que os apoiam.

A ideia surgiu de uma observação simples: muitas pessoas reformadas gerem sozinhas um orçamento que mudou de forma, com rendimentos mais estáveis mas despesas dispersas por vários contratos, débitos e subscrições que ninguém voltou a rever. Faltava alguém com tempo para olhar para isso em conjunto, sem pressa e sem linguagem técnica.

Desde o início, a consultoria assenta em conversas individuais. Cada cliente traz os seus documentos, a sua rotina e as suas dúvidas, e é a partir daí que se constrói o trabalho. Não partimos de modelos fechados nem de ideias feitas sobre o que uma pessoa reformada deve ou não gastar.

A equipa é pequena de propósito. Quem faz a primeira consulta é a mesma pessoa que explica o plano no final, e quem analisa os extratos prepara o relatório que depois lhe entregamos. Assim, o cliente sabe sempre com quem fala e quem leu os seus papéis.

Trabalhamos apenas com orçamento doméstico: despesas do dia a dia, pagamentos recorrentes, contratos de serviços e hábitos de consumo. Não vendemos produtos financeiros nem recebemos comissões de terceiros, e por isso podemos comparar alternativas com independência e dizer com franqueza o que não vale a pena mudar.

Com o tempo, muitos pedidos chegaram por recomendação de familiares, que querem ajudar um pai, uma mãe ou um tio mas não sabem por onde começar. Recebemos essas pessoas com o mesmo cuidado, sempre com o consentimento de quem é acompanhado.

Um orçamento só serve se a pessoa o compreender e o conseguir cumprir. Por isso explicamos cada número até fazer sentido, sem pressa e sem deixar dúvidas por esclarecer.

Helena Carvalho, diretora e consultora
Forma de trabalhar

O que encontra no nosso acompanhamento

Cada serviço foi pensado para ser percebido sem esforço. Explicamos o que fazemos, o que precisamos de si e o que fica por escrito no final, para que possa decidir com tranquilidade.

Serviços →
  • Conversa individual

    A primeira consulta é feita consigo, com tempo para ouvir. Perguntamos pela sua rotina antes de falar de números.

  • Linguagem simples

    Evitamos termos técnicos. Quando um conceito é inevitável, explicamo-lo com exemplos do quotidiano.

  • Análise dos seus extratos

    Lemos os gastos dos últimos meses e agrupamo-los por tipo. Fica a ver com clareza onde está o peso do orçamento.

  • Respeito pelo seu ritmo

    Não há decisões apressadas nem prazos impostos. Pode levar o relatório para casa e discuti-lo com a família.

  • Discrição total

    Os seus documentos e dados são tratados com reserva. Só os usamos para o trabalho que combinámos consigo.

  • Comparação de alternativas

    Quando existe uma opção mais económica, mostramo-la lado a lado com a atual. A decisão de mudar é sempre sua.

  • Apoio a familiares

    Se um filho ou uma filha o acompanha, pode estar presente. Conversamos de forma aberta, com o seu consentimento.

  • Esclarecimento de dúvidas

    Depois da consulta, a Teresa responde às questões sobre o plano ou sobre o serviço, por telefone ou por correio eletrónico.

Princípios

O que orienta o nosso trabalho de todos os dias

Lidar com o dinheiro de outra pessoa exige confiança, e a confiança constrói-se com atitudes pequenas e repetidas. Os princípios que seguimos não são frases de parede: decidem como marcamos uma consulta, como escrevemos um relatório e como respondemos a uma pergunta difícil.

  1. Clareza

    Clareza significa que cada documento que entregamos pode ser lido sem ajuda. Os relatórios usam frases curtas, letra legível e tabelas simples. Se algum valor ou termo não ficar óbvio, voltamos a explicá-lo na consulta, tantas vezes quantas forem precisas, até o cliente ter a certeza do que está a ver.

  2. Respeito

    Respeito é aceitar que a decisão final pertence sempre ao cliente. Sugerimos, comparamos e explicamos, mas não pressionamos nem julgamos hábitos de consumo. Cada pessoa tem as suas prioridades, e um orçamento só funciona quando as reflete. Tratamos as perguntas, mesmo as mais básicas, com a atenção que merecem.

  3. Discrição

    Discrição quer dizer que extratos, contratos e dados pessoais ficam entre nós e o cliente. Só pedimos os documentos de que precisamos, usamo-los para o trabalho combinado e não os partilhamos com terceiros. Quando um familiar participa, é porque o cliente assim o quis, e dizemos isso de forma explícita.

Na prática

Quem acompanhamos e como organizamos o trabalho

Os nossos clientes são pessoas reformadas e adultos com mais de 60 anos, quase todos residentes no norte do país, e por vezes os familiares que os ajudam. Cada um traz uma situação diferente, mas o caminho de trabalho mantém-se.

Quem nos procura

Chegam-nos pessoas que vivem sozinhas, casais que querem rever as contas depois da reforma e filhos preocupados com os pais. Algumas têm poucas despesas e querem apenas confirmar que está tudo em ordem. Outras sentem que o dinheiro desaparece sem perceber como. Não é preciso ter conhecimentos de finanças nem levar tudo organizado.

Quem faz o quê

A Helena Carvalho acompanha a primeira consulta de cada cliente e define o rumo do trabalho. O Rui Magalhães analisa extratos e contratos e escreve os relatórios. A Teresa Sampaio recebe os pedidos, marca as consultas e esclarece dúvidas sobre o serviço. Cada pessoa tem uma função clara, e o cliente sabe sempre a quem se dirigir.

O que não fazemos

Não gerimos o dinheiro do cliente, não pedimos acesso a contas bancárias e não vendemos produtos financeiros ou seguros. Também não fazemos promessas sobre valores a poupar, porque cada situação é diferente. O nosso papel é organizar a informação, comparar opções e deixar um plano escrito, simples e fácil de seguir.

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Por e-mail: geral@scenevorix.net